Servidores do Presídio Estadual de Formosa evitam a entrada de visitante com droga escondida nas partes íntimas

Cerca de 350 comprimidos de ECSTASY seriam entregues pela mulher de 36 anos ao esposo que cumpre pena na unidade por roubo

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Servidores do Presídio Estadual de Formosa, pertencente à 9ª Coordenação Regional Prisional da Diretoria-Geral de Administração Penitenciária (DGAP), evitaram a entrada de aproximadamente 200 gramas de tabaco na unidade, nesta quinta-feira, 12/09. Cerca de 350 comprimidos de ECSTASY estavam escondidos nas partes íntimas da visitante de 36 anos.

De acordo com o diretor da unidade, o agente de segurança prisional (ASP) Herik Lima, os agentes plantonistas desconfiaram do nervosismo da visitante que estava no local para visitar seu esposo que cumpre pena com base no artigo 157 do Código Penal Brasileiro. Instante em que foi indagada sobre estar portando algum ilícito. A suspeita foi comprovada no momento em que foi realizada a revista pessoal na mulher.

Diante da comprovação, a visitante assumiu a prática do ato e, de forma espontânea, retirou o entorpecente que foi entregue às autoridades competentes para os devidos fins.

A direção da unidade conduziu a mesma a unidade de saúde municipal onde foi confeccionado o laudo médico e, em seguida, a encaminhou à delegacia da cidade onde foi lavrado o auto de prisão.

A interceptação é resultado de medidas estabelecidas por meio de diretrizes instituídas pelo Governo do Estado em consonância com a Secretaria de Segurança Pública e a DGAP, visando a ampliação da segurança em ambientes prisionais goianos. “O comprometimento dos agentes e o rigor estabelecido nos procedimentos operacionais padrão são essenciais para obter a finalidade proposta em normativas proporcionando um retorno à sociedade”, ressalta Wellington Urzeda, Diretor-Geral da DGAP.
Procedimentos administrativos internos foram abertos para apuração do fato e após averiguações serão aplicadas ao possível destinatário as sanções cabíveis em conformidade com a Lei de Execução Penal.

A mulher responderá por tráfico de drogas com base no artigo 33 da Lei 11,434/2006.

Fotos: DGAP

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