No combate ao coronavírus, DGAP começa a fabricação de máscaras para servidores penitenciários

262

 

 

 

A Diretoria-Geral de Administração Penitenciária (DGAP), por meio da Gerência de Produção Agropecuária e Industrial (Gepai) da instituição da Superintendência de Reintegração Social e Cidadania ( Supresc) vem trabalhando nos últimos dias para a fabricação de máscaras a serem entregues aos servidores plantonistas, em ação de combate à infecção e transmissão pelo coronavírus.

Até o momento, como conta o gerente da Gepai, Moacir Ferreira, duas localidades já realizam a produção das máscaras, pela DGAP. São elas: a indústria do Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia, onde foi instalado um ponto de produção do produto; onde iniciou-se os trabalhos nesta segunda-feira, 23/03, e a Unidade Prisional Regional (UPR) de Orizona, que deu início à produção na última quarta-feira. “Até a próxima quinta-feira, 26/03, a Penitenciária Feminina de Luziânia deve também começará a fabricar esse tipo de insumo. A perspectiva de produção é de 500 unidades diárias, por localidade, mas vai depender também da expertise e aprendizado de cada detento”, afirma.

Para o diretor-geral de Administração Penitenciária, coronel Agnaldo Augusto da Cruz, a utilização da mão de obra carcerária neste momento reúne a atividade de reintegração social com a necessidade social. “Vivemos um momento muito difícil, no qual todo cuidado é pouco em relação também à saúde do servidor penitenciário e da população carcerária”,

Ferreira ressalta que, em breve, a produção também será realizada na UPR de Quirinópolis. “Estamos utilizando essas unidades prisionais porque elas são polos fabris, têm confecção” explica o gestor. “A distribuição das máscaras será realizada de forma descentralizada, por regional”, concluiu. De acordo com o gerente, em média, hoje, 35 custodiados estão envolvidos no processo de produção do material, sendo que esse quantitativo deve chegar a 50 até o fim desta semana. “Em breve, cada servidor, ao entrar no plantão, receberá uma máscara ou duas para executar seus trabalhos”, conclui.

Os materiais básicos para produção dos insumos, também utilizados em unidades de saúde, são frutos de doações realizadas pelo Sindicato dos Servidores do Sistema de Execução Penal do Estado de Goiás (Sinsep-GO) e empresas conveniadas à DGAP, em especial aquelas localizadas na área de indústria do Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia.

Diretoria-Geral de Administração Penitenciária
Comunicação Setorial