DGAP executa em 2019 dezenas de ações para a transformação da administração penitenciária em Goiás

Neste ano, inovações estão previstas para a continuidade dos processos e alcance de resultados determinados pelo Governo do Estado à administração penitenciária para a abertura de vagas, controle do cárcere e a ressocialização dos custodiados

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A Diretoria-Geral de Administração Penitenciária (DGAP), em atenção às diretrizes do Governo de Goiás, até 2022 – as quais têm entre os cinco pilares do desenvolvimento econômico-social do Estado, a Segurança Pública e a gestão de vagas no sistema prisional goiano , deu início em 2019 à implantação de uma série de inovações nas ações administrativas do órgão para potencializar e ampliar os resultados entregues à sociedade pela instituição.

Nesse sentido, gerências e setoriais foram envolvidas em processos que se pautaram pela imersão e (re)definição da missão, visão, valores institucionais e definição das obrigações, competências e atribuições de cada setor e cada servidor envolvido. Nas ocasiões, foram realizadas oficinas, dinâmicas, reuniões e palestras coordenadas, na maioria das vezes, por equipes da Controladoria-Geral do Estado (CGE) e Secretaria de Estado de Administração (SEAD), órgãos do Governo do Estado responsáveis pela implantação dos programas de transparência, ética e transformação da gestão pública em Goiás, no Programa Jornada da Transformação dos Serviços Públicos, do qual a DGAP é o órgão pioneiro no desenvolvimento das ações por ele previstas.

Como pioneira das inovações de gestão propostas pelo governo estadual, a DGAP teve no ano de 2019 uma intensa mobilização dos seus setores administrativos para as normatizações e inovações solicitadas para as mudanças dos padrões organizacionais do órgão, em conformidade com a legislação pertinente. Entre as ações implantadas de maiores impactos estão: criação do organograma; do regulamento e da reestruturação da DGAP; o nivelamento de ações administrativas; planejamento e definição da estrutura funcional da instituição; execução do projeto da transformação dos serviços públicos na administração penitenciária; criação da política de comunicação; identidade visual e gestão de redes e mídias sociais do órgão; atualização da regulamentação dos assuntos sigilosos; reorganização do horário de expediente administrativo; planilhamento de quantitativo de servidores por unidade prisional em consideração ao quantitativo de custodiados; atualização e melhoria do processo de movimentação de presos; instituição da seção de execução de resultados; criação da 9ª Coordenação Regional Prisional; definição de políticas para a população carcerária feminina, em consonância com a política nacional; melhoria do processo seletivo para contratos de Vigilantes Penitenciários Temporários e do processo de Procedimento Administrativo Disciplinar para presos; criação do comitê DGAP de Compliance Público, entre outros tantos atos normativos.

Além das novas normatizações, a área de gestão da DGAP deu inicio à execução do alinhamento estratégico da instituição que definiu a cadeia de valores da administração penitenciária, a rede de transformação da instituição e a elaboração da carta de serviços do órgão, priorização do portfólio de projetos e a estruturação da arquitetura dos processos institucionais, entre outras ações que têm desenvolvimento em 2020. Na continuidade do processo de transformação da gestão na DGAP, ainda há que serem cumpridas novas etapas.

O diretor-geral de Administração Penitenciária, coronel Wellington Urzêda, analisa que, para alcançar as metas determinadas pelo Estado à gestão penitenciária, a organização e a modernização dos processos administrativos são determinantes. “Já temos observado os reflexos das ações iniciadas e implementadas em 2019. Neste novo ano, vamos alavancar em níveis mais elevados para aprimorarmos e profissionalizarmos ainda mais as técnicas de gestão na DGAP. Com isso, ganham os servidores, o Estado e a sociedade. Quando o setor administrativo alcança as metas e resultados esperados, o setor operacional, no nosso caso a área fim, ou seja, cada servidor que está na carceragem e na direção em cada unidade prisional do Estado ganha com o impacto dessa transformação. Na prática, como exemplo, chegam até eles condições materiais e humanas do cumprimento dos seus deveres e das atividades de rotina carcerária”, explica Urzêda.

A DGAP tem hoje uma estrutura administrativa formada pela alta administração Diretoria-Geral e Diretoria-Geral Adjunta), Comunicação Setorial; Procuradoria Setorial; Corregedoria Setorial; Superintendência de Gestão Integrada; Superintendência de Reintegração Social e Cidadania; Superintendência de Segurança Penitenciária; além de 18 gerências, 09 Coordenações Regionais Prisionais. A instituição administra uma população carcerária 23.033 e 113 unidade prisionais.

Fotos:DGAP

Comunicação Setorial
Diretoria-Geral de Administração Penitenciária (DGAP)
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